Fechas os olhos a cabeça não para de dar voltas..
Gritas.. derrepente apercebes te que não te fazes ouvir.. Estás num tubo de água sem tona..
Procuras um trilho.. tas no meio do mato sem cachorro..
Tantas vezes desejas haver algo que te transporte deste mundo.. que haja uma espécie de botija de oxigénio.. para tanta intoxicação..
de alma..
É majestral conseguires sobriedade e lucidez, quando tudo parece desabar..
Reduzes te a tua insignificância e apercebes te que tudo o que magicas te na tua mente é tão só e unicamente utopia..
e agora?
Uma vez planavas.. agr os pés parecem agriloados ao solo..
Deixas te de sonhar..
Deixas te de acreditar..
Cortas te as asas...
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